domingo, 1 de julho de 2012
Não Desanime
Quando você se observar, à beira do desânimo, acelere o passo para frente, proibindo-se parar.
Ore, pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras.
Faça algo de bom, além do cansaço em que se veja.
Leia uma página edificante, que lhe auxilie o raciocínio na mudança construtiva de idéias.
Tente contato de pessoas, cuja conversação lhe melhore o clima espiritual.
Procure um ambiente, no qual lhe seja possível ouvir palavras e instruções que lhe enobreçam os pensamentos.
Preste um favor, especialmente aquele favor que você esteja adiando.
Visite um enfermo, buscando reconforto naqueles que atravessam dificuldades maiores que as suas.
Atenda às tarefas imediatas que esperam por você e que lhe impeçam qualquer demora nas nuvens do desalento.
Guarde a convicção de que todos estamos caminhando para adiante, através de problemas e lutas, na aquisição de experiência, e de que a vida concorda com as pausas de refazimento das nossas forças, mas não se acomoda com a inércia em momento algum.
Chico Xavier
domingo, 24 de junho de 2012
Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.
Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.
Não acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos.
Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.
Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.
Mas, depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o.
Buda
domingo, 17 de junho de 2012
Depende de Nós
Depende de nós
Quem já foi ou ainda é criança
Que acredita ou tem esperança
Quem faz tudo pra um mundo melhor
Quem já foi ou ainda é criança
Que acredita ou tem esperança
Quem faz tudo pra um mundo melhor
Depende de nós
Que o circo esteja armado
Que o palhaço esteja engraçado
Que o riso esteja no ar
Sem que a gente precise sonhar
Que o circo esteja armado
Que o palhaço esteja engraçado
Que o riso esteja no ar
Sem que a gente precise sonhar
Que os ventos cantem nos galhos
Que as folhas bebam orvalhos
Que o sol descortine mais as manhãs
Que as folhas bebam orvalhos
Que o sol descortine mais as manhãs
Depende de nós
Se esse mundo ainda tem jeito
Apesar do que o homem tem feito
Se a vida sobreviverá
Se esse mundo ainda tem jeito
Apesar do que o homem tem feito
Se a vida sobreviverá
Que os ventos cantem nos galhos
Que as folhas bebam orvalhos
Que o sol descortine mais as manhãs
Que as folhas bebam orvalhos
Que o sol descortine mais as manhãs
Depende de nós
Se esse mundo ainda tem jeito
Apesar do que o homem tem feito
Se a vida sobreviverá
Se esse mundo ainda tem jeito
Apesar do que o homem tem feito
Se a vida sobreviverá
Depende de nós
Quem já foi ou ainda é criança
Que acredita ou tem esperança
Quem faz tudo pra um mundo melhor
Quem já foi ou ainda é criança
Que acredita ou tem esperança
Quem faz tudo pra um mundo melhor
Ivan Lins
domingo, 10 de junho de 2012
"Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende. Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir."
Cora Coralina
domingo, 3 de junho de 2012
A CELA OCULTA
Cada criatura, na Terra, traz consigo uma cela oculta em que trabalha com os instrumentos da provação em que se burila.
Pensa nisso e auxilia aos que te rodeiam.
Esse companheiro alcançou a fortuna,
mas sofre a falta de alguém;
outro dispõe de autoridade, no entanto, suporta espinhosos conflitos nos sentimentos;
essa irmã construiu o lar sobre preciosas vantagens materiais, contudo, tem
um filho que lhe destrói a felicidade;
e aquele outro atingiu o favor público, entretanto é portador de moléstia
indefinível a corroer-lhe as forças.
Quando encontres alguém que te pareças em crises de inquietação e desarmonia, isso não é sinal de que a tua presença se lhe fez indesejável.
Esse alguém estará em momentos de enormes dificuldades no reduto invisível
do coração em que se aperfeiçoa. E os resíduos da luta íntima se lhes transbordam do ser pelas janelas do trato.
Observa o ponto nelvráugico da própria vida em que o sofrimento te procura para efeito de prova e compadece-te dos outros para que os outros se
compadeçam de ti.
MEIMEI
domingo, 27 de maio de 2012
O Despertar
Que belo o sol nascendo
Pelas frestas da neblina
Que belo o dia nascendo
Cheio de amor e alegria
Crianças brincando na rua
Pés descalços no chão
Tão cheios de luz e vida
Irradiando paz e amor
Amemos o despertar do dia
Amemos o despertar do espírito
Pois ambos são o renascer
Da esperança querida
De dias melhores na vida
Do planeta Terra, Amor!
Autoria desconhecida
domingo, 20 de maio de 2012
A Família
A família é o núcleo abençoado na Terra, onde os espíritos se reúnem para as lutas necessárias à sua evolução.
Muitas vezes eles se encontram atraindo-se por simpatia, constituindo-se em pequenos grupos afins que se entreajudam na sua caminhada, visando o aperfeiçoamento moral e intelectual do espírito e o adiantamento que a todos se faz indispensável.
Quando regressam ao mundo espiritual, os espíritos agrupam-se em grandes famílias, de acordo com a lei da atracção pelos gostos, simpatia e afeição partilhadas.
“No espaço, os Espíritos formam grupos ou famílias entrelaçados pela afeição, pela simpatia e pela semelhança das inclinações. Ditosos por se encontrarem juntos, esses Espíritos se buscam uns aos outros. A encarnação apenas momentaneamente os separa, porquanto, ao regressarem à erraticidade, novamente se reúnem como amigos que voltam de uma viagem.” (CAPÍTULO IV-item 18 “Evangelho Segundo o Espiritismo”)
São ainda raras estas uniões felizes, num mundo de provas e expiações como o nosso.
Quantas vezes afirmámos que aquele rapaz não sai à família, parecendo destoar em tudo do grupo consanguíneo a que pertence, sentindo-se ele próprio um estranho? Deus permite que isso aconteça como prova para uns e oportunidade de regeneração para outros que poderão aprender com os exemplos transmitidos.
A Família é assim uma escola das mais importantes para podermos ultrapassar os insucessos e as agressividades doutros tempos.
No estágio de adiantamento moral em que ainda nos encontramos, o Espírito é o grande devedor do passado, tendo inúmeras vezes contraído débitos graves para com aqueles com quem lhe foi dado viver no passado e então reencarna nos mesmos círculos para, através do amor familiar, poder resgatar a sua dívida. É comum encontrar filhos que não suportam um pai ou uma mãe, casais que se degladiam frequentemente, que se ferem com desconfianças sem motivo, não se encontrando razões plausíveis na vida actual para esses comportamentos.
Se a misericórdia Divina não nos concedesse o esquecimento de nossos erros passados, provavelmente aí encontraríamos a causa de tantas aflições presentes e que nesta vida não merecemos. Porquê eu? É a frase que repetimos constantemente quando a ingratidão nos bate à porta, vinda daqueles a quem tanto amamos.
São antigos inimigos que se enfrentam e que, embora as lutas continuem por largo tempo, gerando antipatias e dissenções, acabarão conciliando posições e feitios, cedendo ao vínculo forte do amor que os une e perdoando-se mutuamente.
São carrasco e vítima que se reencontram, agora em posições diferentes, um cobrando do outro, atenção constante, carinho e protecção antes negadas e o outro sentindo a necessidade imperiosa, embora a contragosto, de se lhe dedicar até à exaustão. A dívida por saldar brota do inconsciente e o vínculo do amor que agora os liga, levará ao resgate e ao perdão.
Quantas vezes não pronunciamos a frase “Pois errou…mas é meu pai…minha mãe… meu irmão…meu filho? É a sabedoria Divina, conduzindo-nos amorosamente ao perdão das ofensas e à fraternidade universal.
Foi Jesus que nos indicou o caminho rumo à “Família Universal” ao dizer a seus discípulos: “Eis aqui meu pai, minha mãe e meus irmãos, …aqueles que fazem a vontade de Deus”, referindo-se à assembleia que o ouvia atentamente.
Saibamos nós compreender as nossas provas e aceitá-las com coragem e fé no porvir e subiremos passo a passo, “ao longo do processo reencarnatório, a simbólica escada de Jacob” (como diz Joana De Ângelis), a caminho da felicidade que ainda não é deste mundo. Se não encontramos na nossa família afinidades e simpatias suficientes é porque ainda o não merecemos. Trabalhemos afincadamente, eliminando o orgulho, o ódio, as traições e animosidades e um dia receberemos a bênção de recriar na terra os laços que mantemos na espiritualidade com a nossa família espiritual e que nos aportam a harmonia e a paz de que a nossa alma intui a saudade.
Muitas vezes eles se encontram atraindo-se por simpatia, constituindo-se em pequenos grupos afins que se entreajudam na sua caminhada, visando o aperfeiçoamento moral e intelectual do espírito e o adiantamento que a todos se faz indispensável.
Quando regressam ao mundo espiritual, os espíritos agrupam-se em grandes famílias, de acordo com a lei da atracção pelos gostos, simpatia e afeição partilhadas.
“No espaço, os Espíritos formam grupos ou famílias entrelaçados pela afeição, pela simpatia e pela semelhança das inclinações. Ditosos por se encontrarem juntos, esses Espíritos se buscam uns aos outros. A encarnação apenas momentaneamente os separa, porquanto, ao regressarem à erraticidade, novamente se reúnem como amigos que voltam de uma viagem.” (CAPÍTULO IV-item 18 “Evangelho Segundo o Espiritismo”)
São ainda raras estas uniões felizes, num mundo de provas e expiações como o nosso.
Quantas vezes afirmámos que aquele rapaz não sai à família, parecendo destoar em tudo do grupo consanguíneo a que pertence, sentindo-se ele próprio um estranho? Deus permite que isso aconteça como prova para uns e oportunidade de regeneração para outros que poderão aprender com os exemplos transmitidos.
A Família é assim uma escola das mais importantes para podermos ultrapassar os insucessos e as agressividades doutros tempos.
No estágio de adiantamento moral em que ainda nos encontramos, o Espírito é o grande devedor do passado, tendo inúmeras vezes contraído débitos graves para com aqueles com quem lhe foi dado viver no passado e então reencarna nos mesmos círculos para, através do amor familiar, poder resgatar a sua dívida. É comum encontrar filhos que não suportam um pai ou uma mãe, casais que se degladiam frequentemente, que se ferem com desconfianças sem motivo, não se encontrando razões plausíveis na vida actual para esses comportamentos.
Se a misericórdia Divina não nos concedesse o esquecimento de nossos erros passados, provavelmente aí encontraríamos a causa de tantas aflições presentes e que nesta vida não merecemos. Porquê eu? É a frase que repetimos constantemente quando a ingratidão nos bate à porta, vinda daqueles a quem tanto amamos.
São antigos inimigos que se enfrentam e que, embora as lutas continuem por largo tempo, gerando antipatias e dissenções, acabarão conciliando posições e feitios, cedendo ao vínculo forte do amor que os une e perdoando-se mutuamente.
São carrasco e vítima que se reencontram, agora em posições diferentes, um cobrando do outro, atenção constante, carinho e protecção antes negadas e o outro sentindo a necessidade imperiosa, embora a contragosto, de se lhe dedicar até à exaustão. A dívida por saldar brota do inconsciente e o vínculo do amor que agora os liga, levará ao resgate e ao perdão.
Quantas vezes não pronunciamos a frase “Pois errou…mas é meu pai…minha mãe… meu irmão…meu filho? É a sabedoria Divina, conduzindo-nos amorosamente ao perdão das ofensas e à fraternidade universal.
Foi Jesus que nos indicou o caminho rumo à “Família Universal” ao dizer a seus discípulos: “Eis aqui meu pai, minha mãe e meus irmãos, …aqueles que fazem a vontade de Deus”, referindo-se à assembleia que o ouvia atentamente.
Saibamos nós compreender as nossas provas e aceitá-las com coragem e fé no porvir e subiremos passo a passo, “ao longo do processo reencarnatório, a simbólica escada de Jacob” (como diz Joana De Ângelis), a caminho da felicidade que ainda não é deste mundo. Se não encontramos na nossa família afinidades e simpatias suficientes é porque ainda o não merecemos. Trabalhemos afincadamente, eliminando o orgulho, o ódio, as traições e animosidades e um dia receberemos a bênção de recriar na terra os laços que mantemos na espiritualidade com a nossa família espiritual e que nos aportam a harmonia e a paz de que a nossa alma intui a saudade.
Texto retirado do blog ideiaespírita.blogspot
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